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DECK 42

Geração de Antimatéria a bordo

11.2 - OPERAÇÃO DE PHASER

(atualizado em 21/07/2015)

EM CONSTRUÇÃO
    Em sua aplicação primária de defesa, as matrizes de Phaser lança feixes individuais, ou múltiplos, sobre o alvo com tentativa de danificar a estrutura do mesmo, por vezes, a sua destruição total. Tal como acontece com outros hardwares desenvolvidos pela Frota Estelar, o Tipo X é altamente adaptável a uma variedade de situações, desde scans de baixa energia a operações de combate entre naves em alta velocidade.
O desempenho exato da maioria dos tiros de phaser é determinada por um extenso conjunto de cenários práticos e teóricos armazenados nos computadores principais. Rotinas de inteligência artificial moldam automaticamente os níveis de potência e comportamentos de descarga das matrizes, uma vez que os comandos específicos são dados por oficiais responsáveis para agir contra alvos designados.

Operações de baixo consumo de energia proporcionam um valioso método direto de transferência de energia da nave para uma variedade de aplicações controladas, como a verificação de sensores ativos. Em disparos de armas de alta energia, vários sistemas interligados dos computadores trabalham para colocar o feixe no alvo, tudo dentro de poucos milissegundos. Scans de sensores de longo e curto alcance fornecem informações de destino Avaliação de Ameaça / Rastreamento / Sistema de Alvos (Threat Assessment / Tracking / Targeting System - TA/T/TS), que dirige as matrizes de phaser com a melhor cobertura de destino. Vários alvos são priorizados e postos em prática em ordem. Um alcance tático com o máximo efeito dos phasers da nave é de 300.000 quilômetros.



    Alvos protegidos pelos escudos defensivos eletromagnéticos (EM) e revestimentos de absorção superficiais ainda podem ser usados, mas com um aumento proporcional na energia para atravessar os escudos. Os phasers podem ser atirados através dos próprios escudos da nave devida a polarização eletromagnética (EM) com uma pequena penalidade aceitável na força de arrasto na blindagem interna da interface.
As ameaça de outras naves são confrontadas com uma grande variedade de escudos que agem de acordo com as emissões de phaser para reduzir a sua eficácia. O tipo mais frequentemente confrontados espalha a seção transversal da viga, redirecionando a energia em torno dos escudos e volta para o espaço. Níveis mais elevados de energia geralmente sobrecarregam os escudos e permitem que o phaser acerte o alvo diretamente, embora adversários mais sofisticados possuam geradores de escudo altamente resistentes. A experiência de alguns oficiais táticos da Frota com tiros rápidos em diferentes partes de uma bolha de escudo tem a capacidade de enfraquecê-lo. As matrizes de phaser em uma nave de Classe Galaxy estão localizados em lugares a atingir o tempo máximo de permanência do feixe em um alvo.

    De um modo geral, independentemente do tipo de feixe, pulsado ou contínuo, ou a uma situação de ameaça específica, a tática mais eficaz é a de manter o contato entre o feixe e o escudo a Avaliação de Ameaças ou a integridade física do casco. O Sequenciamento do computador das matrizes sempre tentará expor o alvo, mesmo quando as matrizes estejam em tempo de recarga. Por outro lado, as melhores táticas para minimizar o tempo de recarga de tiro é deixar visível a seção transversal da nave menos visível para as armas de ameaça, e continuar a mudar a atitude de modo a combater os feixes em que é necessário infligir energias concentradas.

11.1 - PHASER

(atualizado em 18/04/2015)
    Mesmo antes do desenvolvimento de uma verdadeira espaçonave interestelar por várias culturas, ficou claro que seria necessário dispositivos de energia direcionada para auxiliar na limpeza de gás, poeira e material de micrometeoritos das rotas de voo destes veículos. As corridas espaciais continuam a empregar esse método como um excelente maximizador dos orçamentos de energia a bordo, porque um pequeno gasto de energia produz um grande resultado. Materiais no espaço podem ser vaporizados, ionizados, e eliminados como um perigo para o voo espacial. Com isso, não demorou, é claro, de perceber que a energia direcionada também poderia vir a ser um sistema de armas eficaz.
    O sistema defensivo principal mantido pelo Comando da Frota Estelar (Starfleet Command) para uso em sub-luz no século passado foi o phaser, o termo comum para um processo de liberação de energia complicado desenvolvido para substituir dispositivos eletromagnéticos (EM) puros, como o laser e aceleradores de feixe de partículas (particle beam accelerators). A palavra PHASER é um acrônimo de:

PHASed Energy Rectification
ajuste de energia em fase

     Referindo-se ao processo original pelo qual a energia armazenada ou fornecida entra no sistema de phaser e é convertido para outra forma de liberação de energia a um alvo especifico, sem a necessidade de uma transformação de energia intermediaria. Mantendo-se essencialmente inalterado no efeito phaser atual.
    A energia do Phaser é liberada através da aplicação do Efeito de Nadion Rápido (Rapid Nadion Effect - RNE). Nadions rápidos são partículas subatômicas de vida curta que possuem propriedades especiais relacionados com interações de alta velocidade dentro de núcleos atômicos. Entre essas propriedades está a capacidade de libertar e transferir fortes forças nucleares dentro de uma determinada classe de cristais supercondutores conhecidos como fushigi-no-umi. Os cristais foram assim chamado quando eles apareceram com pesquisadores da instalação de Tóquio R&D da Frota Estelar (Starfleet's Tokyo R&D) quando os materiais que estavam sendo desenvolvidos representaram um "mar de maravilha" virtual.

PHASER A BORDO DA NAVE

  Os phasers Instalado na Classe Galaxy, os phasers principais da nave são classificados como Tipo X (10), que os maiores emissores disponível para uso em naves espaciais. Os segmentos de emissores individuais são capazes de direcionar a 5,1 megawatts. Para uma comparação, os phasers pessoais criados para tripulantes da Frota são do tipo 1 e 2, sendo os últimos limitando a 0,01 MW.


Phaser Tipo 2

    Alguns emissores grandes dedicados a defesas planetárias são descritos como Tipo X+, que é como sua saída exata de energia continua a ser classificada. A classe Galaxy contêm 12 matrizes de phaser em 2 tamanhos, localizados em ambos os lados dorsal e ventral, bem como duas matrizes para a cobertura lateral.
    A grande variedade do tipo de phaser a bordo da USS Enterprise, como a matriz dorsal superior do Módulo Pires, composto por duas centenas de segmentos de emissores em um denso arranjo linear para um ótimo controle de tiro, efeitos térmicos, áureas de campo, e o impacto por disparos em alvo.

1º - Matriz Dorsal do Módulo Pires


2º - Matriz Ventral do Módulo Pires


3º, 4º e 5º - Matrizes Superiores da Seção de Batalha


6º, 7º, 8º e 9º - Matrizes Traseiras Inferiores da Seção de Batalha

10º e 11º - Matrizes Traseiras superiores da Seção de Batalha

12º - Matrizes Traseiras Ventral da Seção de Batalha

Modelo alucinante do amigo Trint W.. Clique aqui pra ver este e outros de seus modelos.

ALIMENTAÇÃO

    Os grupos de emissores são supridos por conjuntos de energia alimentados através dos troncos principais do sistema de eletro-plasma (Electro Plasma System - EPS), e da mesma forma são interligados por controle de fogo, gestão térmica e linhas de sensores. A configuração visível do phaser sobre o casco é uma longa tira pouco elevada, pois a maior parte do equipamento está dentro do chassis da nave.
    Em sua visão transversal, a matriz de phaser assume uma forma em Y espessa, lacrada com uma massa trapezoidal do cristal emissor e um revestimento de um casco de phaser transparente anti-erosão. A base de um segmento de matriz fica dentro de um canal estrutural "favo de mel" de duranium 235 e suplementado com um cooler regenerativo supersônico LN2 . O canal completo é termalmente isolado por uma rede de oitocentas escoras na estrutura de tritanium da nave.


    A primeira fase do segmento da matriz é o regulador de fluxo EPS, o principal mecanismo de controle dos níveis de energia do phaser para o tiro. O regulador de fluxo leva para o coletor de distribuição de plasma (Plasma Distribution Manifold - PDM), que se divide em duas centenas de conduítes de abastecimento para um número igual de câmaras pré-tiro. A fase final do sistema está no cristal de emissão do phaser.

Obs: Texto e gráficos traduzido e "refeitos" das páginas 123 a 125 de:
Star Trek The Next Generation: Technical Manual by Rick Sternbach e Michael Okuda

10.7 - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS

(Atualização 02/05/2015)

    A Enterprise está equipada para suportar um numero de equipes de pesquisa cuja as atribuições são projetadas para tirar vantagem do fato de que a nave é uma plataforma de pesquisa móvel cuja as atribuições tirará através do grande volume do espaço. Tais missões de pesquisa secundárias normalmente incluem mapeamento e observação de projetos estelares, pesquisas, estudos planetários no meio interestelar, estudos culturais e formas de vida.


Área de Cartografia Estelar na Classe Galaxy




Cartografia Estelar - Sala de Mapas


Episódio: Force of Nature
Cartografia Estelar - Sala de Análise Cartográfica

As equipes de missões secundarias devem focar necessariamente seus trabalhos em estrelas e planetas próximos a locais de missão primária, mas a ampla gama de operações da Enterprise faz desta uma extraordinária oportunidade de estudar um largo numero de objetos celestes. Tal como acontece com outras equipes de investigação, projetos de investigação secundários são geralmente desenvolvidos por pesquisadores da Frota Estelar, universidades afiliadas ou industrias cientificas e atribuído a Enterprise em curto prazo ou investigações em curso.
A nave estelar Galaxy Class na configuração de missão prolongada inclui instalações para apoiar cerca de vinte equipes de missões especializadas, dependendo do tamanho da equipe e os tipos de investigações efetuadas. Estas instalações incluem cabines para até 225 pessoas, além de laboratório não específicos e espaços de trabalho que podem ser configurados para as necessidades específicas de cada área e cientistas. Além disso, cerca de quarenta atribuições nos paletes de sensores nas matrizes laterais são reservadas para missões específicas, que podem ser instalados e modificados conforme necessário. Da mesma forma, cerca de quinze posições de instrumentos de longo alcance estão disponíveis para investigações específicas da missão.


Cada equipe do departamento de investigação ou pessoa é responsável pela operação de suas próprias observações e experimentos. Porque investigações de missão secundária são, por definição, subordinadas a requisitos de missões primárias, essas equipes devem permanecer flexíveis em suas operações. No entanto, cada departamento ou equipe é responsável por fornecer uma atualização regular das preferências operacionais para o Operations Manager para que perfis de missão diária possa ser projetada para satisfazer a tantas necessidades departamentais quanto possível.

10.6 - TRICORDER


    O Tricorder padrão é um dispositivo de sensoriamento, computação e comunicações de dados portátil desenvolvido pela Frota Estelar R&D e designado aos tripulantes da Frota Estelar. Ele incorpora as versões menores de instrumentos científicos afim de ser mais útil em missões tanto a bordo quanto a distância, e seus recursos podem ser aumentados com missões periféricas especificas. Suas muitas funções podem ser acessadas pelos controles sensíveis ao toque ou, se necessário, do comando de voz.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

    O Tricorder padrão mede 8,5x12x3cm e pesa 353 gramas. É construído de espuma de Duranium micro moída (Micromilled Duranium Foam), e está dividido em duas seções articuladas para um armazenamento compacto. As superfícies de controle consistem em robustos botões de feedback positivo e uma tela de 2.4x3.6cm. Enquanto um monitor pessoal de acesso (do tipo de dispositivo de tela de controle de múltiplas camadas) garante ao usuário uma gama mais ampla de preferências para organizar comandos e informação visual, os botão simplificados foram escolhidos para maiores facilidades de uso em campo. Os componentes eletrônicos internos, por outro lado, foram projetados para fornecer o maior número de opções possíveis no gerenciamento de dados de sensores, imagens visuais e comunicações em multicanais, em todas as saídas, entradas e modos de gravação.
    Os principais componentes eletrônicos incluem o circuito primário de energia (Primary Power Loop), conjuntos de sensores (Sensor Assemblies), bloco de processamento paralelo (Parallel Processing Block), controle e interface de vídeo (Control And Display Interface), unidade de comunicação subespacial (Subspace Communication Unit) , e várias unidades de armazenamento de memória.
    A energia é fornecida para o sistema total, por meio de um cristal sarium recarregável que perdura por dezoito horas de atividade completo. A taxa de utilização da potência real e tempo útil máxima é, claro, dependente de quais subsistemas estão ativos, e é continuamente calculado para ser visualizado na tela. O consumo normal de energia é de 15,48 watts.
    Os conjuntos de sensores incorporam um total de 235 dispositivos eletromagnéticos, mecânicos e subespaciais montados sobre a estrutura interna, bem como embutida no material de embalagem como instrumentos de conformação. 115 deles estão agrupados na extremidade dianteira para leituras de direção, com um campo de visão (Field-Of-View - FOV) limite inferior de quarto grau. As outras 120 são dispositivos omnidirecionais, tomando medidas do espaço circundante. O sensor de mão destacável incorpora dezessete dispositivos de alta resolução para leituras detalhadas para ser baixadas a 1 FOV de um minuto de arco. Dentro desses limites FOV, Scanners ativos e passivos podem fornecer leituras que se aproximam dos limites teóricos da radiação eletromagnética de processo físico em estudo. Através da combinação de leituras de sensores diferentes, os processadores do computador do Tricorder podem sintetizar imagens e leituras numéricas a serem postas em prática pelo membro da tripulação.
    Os recursos informáticos do Tricorder padrão são distribuídos por todo o dispositivo como pré-processadores ligados aos vários sensores e 27 segmentos de computação principais (Polled Main Computing Segments - PMCs). Cada PMCs contém subseções dedicadas a gestão rápida dos conjuntos de sensores, priorizando de tarefas de processamento, encaminhamento dos dados processados e gestão de sistemas de controle e energia. Os chips PMCs fornecidos com os Tricorders padrão TR-580 e TR-595H (P) são classificados em 150 cálculos por segundo GFP.
    Os comandos de controle e de exibição da interface (Control and Display Interface - CDI) de ambos os botões do painel e tela de exibição para os PMCs são para execução de funções do Tricorder. Várias funções podem ser executadas simultaneamente, limitado apenas pela velocidade PMCs. Na prática, os membros da tripulação normalmente realizam mais de seis tarefas de digitalização separadas.
    Funções de comunicação são realizadas por Tricorder através do conjunto transceptor subespacial (Subspace Transceiver Assembly - STA). Voz e dados são enviados e recebidos nas mesmas frequências do comunicador padrão. Taxas de transmissão de dados são variáveis, com uma velocidade máxima no modo de descarga de emergência de 825 TFP. A faixa de comunicação é limitada a 40,000 km, semelhante ao comunicador padrão.
    As seções de armazenamento de dados do Tricorder padrão incluem 14 () wafers de cristais de níquel carbonitrium (Wafers of Nickel Carbonitrium Crystal) para 0,73 kiloquads de armazenamento de dados do processador interino, e 3 chips ópticos isolineares embutidos, cada um com uma capacidade de 2,06 kiloquads, para um total de 6,91 kiloquads. Os chips de cristal da biblioteca são formatados para conter 4,5 kiloquads. Em modo de descarregamento de emergência, todos os dispositivos de memória são lidos em sequência e transmitidos, incluindo as fichas da biblioteca local. Na prática, o tempo total para descarregar a memória de um Tricorder padrão para uma nave pode ser tão longo quanto 0,875 segundo.

DESCRIÇÃO GERAL DOS CONTROLES E INDICADORES

    Quando retraída, o único controle visível é o interruptor de alimentação. Ele mostra uma luz vermelha para ligar e um indicador de nível de energia verde. Quando acionados, todos os controles disponíveis são visíveis.

PWR
Luz de Espera


    Se o Tricorder não é usado por mais de 10 minutos, este indicador acenderá, e o Tricorder entra em modo de baixo consumo de energia. Qualquer novo toque de qualquer controle trará o dispositivo de volta ao pleno funcionamento. Quando o Tricorder está fechado na bainha, mas a execução de tarefas em curso, o modo de baixo consumo de energia não ocorre.

F1/F2




    Função de controle de chave. A maioria dos botões do Tricorder tem mais de uma função. Esta é uma chave usada para mudanças de função, muitas vezes repetidas e pode ser pré-programado pelo membro da tripulação. O interruptor de F1/F2 está ativo apenas durante operações de dados.

I e E




    Estes dois controles gerenciam a fonte de informação sensorial, ou o próprio Tricorder (Interno), ou dispositivo remoto (externo), ou ambas as fontes simultaneamente. O dispositivo remoto pode ser qualquer plataforma de sensores que use a mesma linguagem de máquina de coleta de dados. O termo "plataforma" denota um veículo operando em ou acima de outro corpo planetário, incluindo a USS Enterprise ou outras espaçonaves.

TELA



    Esta tela é capaz de mostrar qualquer imagem em tempo real, armazenada ou computada. A área de exibição é semelhante em construção e funcionamento de painéis de controle da Frota Estelar e telas de exibição, embora a técnica de estratificação é simplificada e o tamanho da imagem padrão é naturalmente menor. Áreas selecionadas de uma imagem pode ser ampliada através do toque; muitas outras funções da tela podem ser personalizados utilizando programas padrão de configuração armazenados do Tricorder.

LIBRARY A/B
Biblioteca A/B




    O Tricorder padrão contém uma unidade de leitura/gravação para registrar informações sobre os pequenos chips cristal de memória para recuperação posterior ou para carregar informações previamente registradas na memória principal do Tricorder. Cada chip tem uma capacidade máxima de 4,5 kiloquads.

ALPHA BETA DELTA GAMMA




    Estes indicadores indicam que a gravação de dados ou atividade de recuperação está ocorrendo na seção da biblioteca do Tricorder. Uma leitura mais detalhada das operações de dados pode ser acessado na tela do visor.

DEVICE INPUT
Dispositivo de Entrada




    Cada um destes três teclas podem ser atribuídos a administrar até nove dispositivos remotos, para um total de vinte e sete fontes de informação diferentes. Para uma missão de rotina de distância, as configurações padrão ligado são GEO, MET, e BIO, abrangendo funções geológicas, meteorológicas e biológicas.

COMM TRANSMISSION



    Esta seção controla a transmissão de dados e imagens de e para o Tricorder pelo STA. ACCEPT alterna o Tricorder para aceitar transmissões de uma fonte remota designado. POOL permite as redes do Tricorder e uma ou mais fontes remotas designadas. INTERSHIP configura uma ligação de dados especial Tricorder-para-nave empregando múltiplos canais de alta capacidade. TRICORDER configura uma ligação de alta capacidade semelhante, mas para outros Tricorders. Embora os quatro modos podem ser ativados simultaneamente, o sistema irá diminuir significativamente. Na prática, não mais do que dois modos são geralmente necessários em uma única vez.

EMRG



    Esta é o botão de situação de emergência "descarregar tudo para a nave". Ele prevê pelo modo de não checagem de dados de transmissão em situações críticas. Na prática, esta função pode ser usado no máximo duas vezes antes que a energia primária do Tricorder se esgote. Todas as tarefas de detecção estão suspensas e a energia é maximizada para o STA.

IMAGE RECORD




    Esta seção gere arquivos de imagem simples ou sequênciais gravadas pelo Tricorder padrão. O controle tem quatro divisões: FORWARD, REVERSE, INPUT, e ERASE. Quando utilizado em conjunto com outras funções, documentações completas de uma missão de distância pode ser alcançada. Na resolução de imagem padrão, a uma velocidade de gravação normal de 120 Area View Changes (AVC)/sec, o Tricorder pode armazenar um total de 4,5 horas de imagens sequenciais. As altas velocidades produzem um tempo total proporcionalmente menor de gravação.

LIBRARY B




Biblioteca B é a área de armazenamento principal de imagens sequenciais, embora a configuração de memória pode ser alterada para outras áreas de armazenamento, dependendo da aplicação. I e E controlar a fonte de imagem.

ID

Este touchpad pode ser usado para personalizar um Tricorder para as configurações de ligar padrão, ou como um dispositivo de segurança para a operação de um membro da tripulação.



Obs: Texto e gráficos traduzido e "refeitos" da página 119 e 121 de:

Star Trek The Next Generation: Technical Manual by Rick Sternbach e Michael Okuda

10.5.1 - CLASSES DAS SONDAS


    Segue abaixo as 9 sondas citadas no Manual Técnico Oficial

Classe I
Sonda Sensorial

Alcance: 2x105 quilômetros
Limite Delta-v: 0.5c
Motores: Propulsor de Microfusão (Deuterium vetorizado)
Sensores: Um conjunto completo de sensores Eletromagnéticos, Subespaciais e Químicos para fins espaciais
Telemetria: 12,500 canais a 12 megawatts.


Classe II
Sonda Sensorial

Alcance: 4x105 quilômetros
Limite Delta-v: 0.65c
Motores: Propulsor de Microfusão (Deuterium vetorizado) e um suprimento de Deuterium extra.
Sensores: Tem o mesmo conjunto da Classe 1, com adição de partículas e de campos detectores de longo alcance aprimorados e sistema de imagem.
Telemetria: 15,650 canais a 20 megawatts.


Classe III
Sonda Planetária


Alcance: 1.2 x 106 quilômetros
Limite Delta-v: 0.65c
Motores: Propulsor de Microfusão (Deuterium vetorizado)
Sensores: Paletes de sensores terrestre e em gigante gasoso com captação de amostra de material e capacidade de retorno; com módulo de análise química. Casco reforçado com sistema SIF, pouso suave para missões de penetração. Missões atmosféricas em gigantes gasosos a 450 bar de pressão. Tempo de permanência terrestre limitada.
Telemetria: 13,500 canais a 15 megawatts.


Classe IV
Sonda de Encontro Estelar
Alcance: 3.5 x 106 quilômetros
Limite Delta-v:  0.60c
Motores: Propulsor de Microfusão (Deuterium vetorizado) melhorada com bobinas direcionais e um tanque Deuterium a mais.
Sensores: Modificada a partir da Classe 3. A sonda é equipada com detector triplo de campos estelares e de partículas e um conjunto de análise atmosférico estelar. Contém seis sub-sondas ejetáveis para medição de  fluxo de radiação em fenômenos de energia não-estelares.
Telemetria: 9.780 canais a 65 megawatts.


Classe V
Sonda de Reconhecimento de Médio Alcance
Alcance: 4.3 x 1010 quilômetros
Limite Delta-v:  Dobra 2
Motores: Motor com reação de Matéria/Ante-matéria. Velocidade em Sub-luz estendida, mas com Dobra limitada.
Sensores: Sistemas de captação de dados e gravação estendido; com sistema de execução de missões e retorno totalmente autônomos.
Telemetria: 9.780 canais a 65 megawatts.


Classe VI
Sonda de Transmissão de Comunicação / Suporte de Feixe de Transporte

Alcance: 4.3 x 1010 quilômetros
Limite Delta-v:  0.8c
Motores: Uma modificação da Classe 3. Motor de microfusão com exaustor de alta saída de energia MHD (magnetohidrodinâmico).
Sensores: Antena com cobertura de 360°, 0.0001 arco segundo de ganho de resolução.                Dados adicionais: fornecimento de Deuterium para geração de energia ao transceptor e alterações do plano em órbita planetária.
Telemetria/Comunicação: 9.270 canais RF (requências de rede de rádio de curto alcance) e transceptor subespacial com 350 megawatts de potência.


Classe VII
Sonda de Estudos Cultural a Distância
 
Alcance: 4.5 x 1010 quilômetros
Limite Delta-v:  Dobra 1.5
Motores: Uma modificação da Classe 5. Motor com reação de Matéria/Ante-matéria.
Sensores: Sistema de coleta de dados mais transceptor subespacial. Dados adicionais: Aplicável às civilizações até o nível de tecnologia III. Baixos revestimentos de observabilidade e materiais de casco. Tempo de permanência máxima: 3,5 meses. Baixo impacto de destruição molecular ligada à detectores anti adulteração.
Telemetria/Comunicação: 1.050 canais a 0.5 megawatts.


Classe VIII
Sonda de Multimissão de Médio Alcance

Alcance: 1.2 x 102
Limite Delta-v:  Dobra 9
Motores: Usa um compartimento de torpedo fotônico modificado. Motor com reação de Matéria/Ante-matéria. Duração de 6.5 horas em Dobra 9. Motor de microfusão com exaustor de alta saída de energia MHD (magnetohidrodinâmico).
                Sensores: Paletes padrão e módolo especifico de missão. Dados adicionais: As aplicações variam de partículas galácticas e campos de pesquisa para missões de reconhecimento de alerta.
Telemetria/Comunicação: 4.550 canais a 300 megawatts.


Classe IX
Sonda de Multimissão de Longo Alcance
 Alcance: 7.6 x 102
Limite Delta-v:  Dobra 9
Motores: Usa um compartimento de torpedo fotônico modificado. Uma modificação da Classe 5. Motor com reação de Matéria/Ante-matéria. Duração de 12 horas em Dobra 9 e combustível para manter Dobra 8 por 14 dias
                Sensores: Paletes padrão e módolo especifico de missão. Dados adicionais: Capacidade de carga limitada; armazenamento de memória isolineares de 3400 kiloquads; transponder com 50 canais. Aplicação típica é cápsula diário/mensagem de emergência em trajetória para a base estelar mais próxima ou uma posição conhecida de uma nave da Frota Estelar.
Telemetria/Comunicação: 4.550 canais a 300 megawatts.

Download de todas as sondas em 3D

Obs: Texto e gráficos traduzido e "refeitos" das páginas 115 e 118 de:
Star Trek The Next Generation: Technical Manual by Rick Sternbach e Michael Okuda