STATUS DE CRIAÇÃO DOS DECKS

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Núcleo Principal

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Bobinas das Naceles

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DECK 42

Geração de Antimatéria a bordo

5.3.7 GERAÇÃO DE ENERGIA


A sequência de partida normal do motor feita pelo (Main Computer Propulsion Controller - MCPC) ocorre da seguinte forma:

        1º - A partir de uma condição fria, a temperatura do sistema total e a pressão são elevadas até 2.500.000 K, utilizando uma combinação de entradas de energia a partir do sistema de Electro-plasma (Electro Plasma System - EPS) e o injetor reagente de matéria (Matter Reactant Injector – MRI), e um direcionamento dos constritores magnéticos superior.
        2º - Os valores dos primeiros minutos de antimatéria são injetados abaixo na ARI. Os constritores inferiores contraem o fluxo de antimatéria e determina seu alvo principal com os constritores superiores, de modo que tanto um quanto o outro tenham exatamente as mesmas coordenadas XYZ dentro do Reator. O maior raio de reação transversal é de 9,3 cm e os menores 2,1 cm. Os fluxos transversais dos constritores superiores e inferiores podem variar, dependendo da configuração do nível de potência.

Existem dois modos distintos de reação:

     A primeira envolve a geração de altos níveis de energia canalizada para o sistema de Electro-plasma, bem como uma reação normal de fusão, para fornecer energia bruta para as diversas funções da nave. Na bandeja de dilithium (Crystal Articulation Frame - DCAF), o berço de alinhamento posiciona o cristal de modo que a borda de duas faces fiquem paralela ao fluxo da Matéria e da Anti-matéria, coincidindo com XYZB 0,0,125 do núcleo, em que 125 é o raio da seção transversal de reação. A reação é mediada pelo dilithium, forçando o limite superior da fase em frequências que resultem abaixo de 1020 Hertz, e o limite inferior para cima, acima de 1012 hertz.
     O segundo modo faz uso da capacidade de dilithium de causar uma suspensão parcial da reação, criando a frequência dos impulsos crítico para serem enviados para as naceles de dobra do motor. Neste modo, as coordenadas XYZ são conduzidas pelos ajustes de três eixos feitos pelo DCAF colocando o ponto de colisão matematicamente a exatos 20 angstroms na face superior do cristal dilitium.
A faixa de frequência ideal é continuamente ajustada para fatores de dobra específicos e fatores de dobra fracionários. Independentemente do modo empregado, o efeito de “impacto” ocorre exatamente no ponto central da câmara. O índice M/A é estabilizado a 25:1, e o motor é considerado a "inativo".

      3 – A pressão do motor é lentamente trazida até 72.000 quilopascal, cerca de 715 vezes a pressão atmosférica, e a temperatura normal de funcionamento, no local de reação é de 2 x 1012 K. Os bocais dos injetores de Matéria e de Anti-matéria são abertos para permitir que mais reagentes encham o reservatório. A proporção é ajustada a 10:1 para geração de energia. Esta é também a proporção base para a entrada em Fator de Dobra 1. As proporções relativas de mudança de matéria e antimatéria como fatores aumentam até atingir o Fator de Dobra 8, em que a proporção torna-se de 1:1. Maiores fatores de dobra exigem maiores quantidades de reagentes, mas nenhuma mudança na relação. Outros modos de partida estão disponíveis, dependendo das especificidades da situação.


Episódio: Skin of Evil

Painel de inserção de Cristal Dilithium
(baseado no painel original e nas especificações do manual oficial)
(Download PDF)

5.3.6 CONTROLE POR DILITHIUM

Episódio: Skin of evil

Episódio: Force of nature

   O elemento-chave da eficiência de reação da M/A é o cristal Dilitium (dilithium crysta). Este é o único material conhecido da Federação que não é reativo com a antimatéria quando submetida a um campo eletromagnético de alta frequência (EM) na gama de megawatt, tornando-o "poroso" para o antihidrogênio (antihydrogen). O Dilithium permite a antihidrogênio passar diretamente através da sua estrutura cristalina, sem realmente tocar, devido ao efeito de campo criado nos átomos de ferro adicionado.
   A forma mais longa do nome do cristal é a formulação:

2 <5> 6dilithium 2 <:> 1 diallosilicate 01:09:01 heptoferranide

   Esta estrutura atômica altamente complexa é baseada em formas mais simples descobertos em camadas geológicas que ocorrem naturalmente em determinados sistemas planetários.
   Foi durante muitos anos considerado irreproduzível por métodos de deposição de vapor previsíveis ou conhecidos, até avanços na epitaxia nuclear e antieutecticismo, por volta do ano 2360, permitirem a formação de Dilitium puramente sintetizado por nave e uso em motor convencional, através de técnicas de composição theta de matriz utilizando bombardeio de radiação gama.
    A maior fonte deste material se encontra Coridan, aceito na Federação no ano 2267. O plante Troyius, no quadrante Alpha, é também naturalmente ricamente abundante com este cristal.

Planeta Troyius

5.3.5 REATOR DE MATÉRIA/ANTIMATERIA

Episódio: Boody trap

   A câmara de Reação Matéria/Antimatéria (matter/antimatter reaction chamber - M/ARC) é composto por duas cavidades em forma de sino, que contêm e redirecionar a reação primária. A câmara mede 2,3 metros de altura e 2,5 metros de diâmetro. É construída a partir de doze camadas de háfnio 6 Excelion-infundido carbonitrium, soldados em fases de transição sob uma pressão de 31.000 quilopascal. As três camadas externas são blindadas com acrossenite arkenide para suportar uma subpressão até dez vezes maior que o normal, assim também como todos os outros componentes de junção e suportes de pressão do sistema.



   A parte interna da câmara contém o suporte de encaixe da bandeja articulada do cristal Dilitium (Dilithium Crystal Articulation Frame - DCAF).



 

Episódio: Relics
   
   Uma escotilha blindada permite o acesso à DCAF para substituição de cristal e ajustes necessários. O DCAF consiste de um suporte com espaço para encaixe de um cristal de Dilitium com 1200cm³. O cristal tem de ser manipulado com seis graus de espaço livre para atingir os ângulos e profundidades adequadas para a mediação da reação.
 
Faixa central
  
 Vinte e quatro pinos estruturais fazem a ligação da faixa central às metades superior e inferior da câmara. Estes pinos são feitos de háfnio 8 molyferrenite, reforçadas por causa da tensão, compressão e torção que recebem, e também são ligadas ao campo de integridade estrutural do motor.
   Correndo ao longo do centro da faixa central estão duas camadas de borocarbonate tritanium transparente para monitorização visual da energia de reação.

Episódio: Force of nature

5.3.4 SEGMENTOS DE CONSTRIÇÃO MAGNÉTICA



   Os segmentos de constrição magnética (Magnetic Constriction Segments - MCS) superiores e inferiores constituem a massa central do núcleo (core).


Estes componentes trabalham para apoiar estruturalmente a Câmara de Reação Matéria/Antimatéria (matter/antimatter reaction chambre - M/ARC), fornecendo um duto de pressão para manter o ambiente operacional adequado do núcleo, e alinhar a questão de entrada e fluxos de Antimatéria para combinação dentro da Câmara de Reação.
   Os MCS superiores medem 18 metros de comprimento, a inferior de 12 metros. Ambos são de 2,5 metros de diâmetro.


Episódio: Heart of Glory


Um segmento típico é composto por oito conjuntos de elementos de tensão, uma parede de duto toroidal de pressão, doze conjuntos de bobinas constritoras magnéticas, alimentadas por energia relacionada e controladas por hardware.


Episódio: Boody Trap 

    As bobinas de contrição são feitas de alta densidade, construída de cobalto-lantanídeo-boronite (cobalt-lanthanide-boronite), com trinta e seis elementos ativos configurados para proporcionar um campo de resistência somente dentro do recipiente de pressão e que permite pouco ou nenhum escape para a Engenharia.
   Os dutos toroidais de pressão são de camadas alternadas de vapor ferracite carbonitic e de borosilicato de alumínio transparente. Os elementos de tensão verticais são construídos de tritanium e reforçados com bigodes de cortenite. As bases de transição são soldados no lugar como o chassi fazendo parte da nave para produzir uma estrutura unificada.

Corte horizontal


Visão interna da bobina e seus elementos


Fissura no duto de contrição central

   Todas as camadas da estrutura do motor possuem conduítes do Campo de Integridade Estrutural (structural integrity field) de reforço em operação normal. A camada transparente mais externa serve como uma medida observável do desempenho do motor, como fótons secundários, emitidos a partir das camadas internas, são inofensivos, fornecendo assim um brilho azul visível.
Episódio: the schizoid man

A ação peristáltica e nível de energia das bobinas constritoras podem ser facilmente vistos pelo engenheiro-chefe e/ou pela tripulação.

5.3.2 - INJETOR REAGENTE DE ANTIMATÉRIA


Injetor Reagente de Antimatéria

    Na extremidade oposta do M/ARA encontra-se o injetor reagente de antimatéria (ARI). A construção interna e funcionamento do ARI é distintamente diferente da do MRI, devido à natureza perigosa do seu combustível, a Antimatéria. Cada passo na manipulação e injetando do antihidrogênio deve ser realizado com os campos magnéticos para isolar o combustível a partir da estrutura de sonda. (VEJA...).



Em alguns aspectos, a ARI é um dispositivo mais simples, exigindo menos componentes móveis. No entanto, os perigos inerentes à manipulação de antimatéria exigir que haja total confiabilidade no mecanismo.


   O ARI emprega a mesma estrutura básica e suportes de atenuação de choque, como a ressonância magnética, com adaptações para os túneis de suspensão magnética de combustível.


   O conjunto contém três separadores de fluxo de gás de antimatéria, que quebram o antihidrogênio chegando em pequenas partículas gerenciáveis ​​para impulsionar-se dentro dos segmentos constrição. Cada separador de fluxo conduz a um bico de injetor, e cada ciclo de bocal aberto tem resposta a sinais de controle computadorizado. 
   Os disparos através do bico podem seguir sequências complexas, resultante de equações igualmente complexas, regulando as pressões de reação, temperaturas, e potência de saída desejada.

5.3.1 - INJETOR DE MATÉRIA E REFRIGERAÇÃO

Injetor Reagente de Matéria

   Os Injetores Reagentes (reactant injectors) preparam e alimentam os fluxos, precisamente controlados, de matéria e antimatéria no núcleo. O Injetor Reagente de Matéria (Matter Reactant Injector - MRI) recebe Deuterium resfriado a partir do Tanque Primário de Deutério (Primary Deuterium Tankage - PDT) da câmara superior do casco de Engenharia parcialmente pré-aquecido em um processo continuo de fusão de gás. Os gases resultantes, em seguida, são impulsionados através de uma série de bocais de canalização para o segmento superior de constrição magnética. O MRI é constituído por um recipiente cônico estrutural 5,2 x 6,3 metros, construídos de Carbmolybdenide Woznium reforçado.



   Dentro do MRI há seis conjuntos de injetores de alimentação, cada injetor consiste de uma entrada dupla de coletores de Deuterium, condicionadores de combustível, queimador de fusão, bloco de resfriamento magnética, combinador de transferência gás, bocal de injeção e hardware de controle.




   O Deutério pastoso entra através dos coletores de admissão em taxas de fluxo controlado e passa para os condicionadores, onde o calor é removido para leva-lo um pouco acima do ponto de transição sólida.
   Micropartículas são formadas, por fusão de aquecimento magnético, e são enviados para dentro do combinador de gás, onde os produtos de gases ionizados estão agora a -166º C. O bocal dirige o foco, alinhando e impulsionando os fluxos de gás para os segmentos de constrição. No caso de qualquer um dos bicos falharem, o combinador continuará a trabalhar com os bicos restantes, que se dilatam para manter a normalidade do funcionamento. Cada bico mede 102 x 175 cm e é construído de...
frumium-cobre-ítrio 2343.


Cilindros de Atenuação








   Há vinte e cinco cilindros de atenuação de choque ligá-lo ao Tanque Primário de Deutério (Primary Deuterium Tankage - PDT) no deck 30, mantem 98% de isolamento térmico a partir do restante da seção de batalha. Na realidade, os WPS "flutuam" dentro do casco a fim de suportar 3 vezes as teóricas tensões de funcionamento.

5.3 - MOTOR PRINCIPAL

CÂMARAS DE REAÇÃO DO MOTOR PRINCIPAL

    Assim como o Sistema de Propulsão de Dobra é o coração da USS Enterprise, a Câmara de Reação de Matéria/Antimatéria (matter/antimatter reaction assembly - M/ARA) ou  Núcleo do Motor Principal (main engine core), é o coração do Sistema de Propulsão de Dobra. M/ARA é normalmente chamada de Reator de Dobra (warp reactor), Núcleo do Motor de Dobra (warp engine core).
    A energia produzida no interior do núcleo é compartilhada entre o Sistema de Propulsão da nave e os requisitos primários de outros sistemas maiores das naves.
    A M/ARA é o sistema de geração de energia principal devido à produção de energia a 10x6 vezes maior da reação Matéria/Antimatéria do que o que se encontra no Sistema de Propulsão por Impulso.
    O M/ARA consiste de quatro subsistemas:

Injetores de reagentes;

Segmentos de constrição magnética;


Câmara de reação da matéria/antimatéria;


e os conduítes de transferência de energia.