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DECK 42

Geração de Antimatéria a bordo

Mostrando postagens com marcador Deck 02. Mostrar todas as postagens
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Deck 2 - Marina Bar





    O Marina Bar foi projetado para ser mais um dos lugares de socialização dentro da nave. Um corredor une os lados de bombordo e estibordo. Deixando assim a tripulação e visitantes conectados a todos os lados da nave. O bar recebeu este nome por suas janelas diagonais estarem voltadas para a saída do hangar principal nos decks 03 e 04. Estando em frente da comporta principal e dando uma bela visão do espaço de quando a mesma é aberta para a entrada e saída de naves auxiliares e das portas de saída de emergência.







Deck 2 - Two Forward

    O Maginifico Bar do Deck Dois foi construído, e expandido, para que os passageiros e tripulação tivesse uma visão de quase 160 graus de suas janelas. Ele se encontra a frente da nave e sua iluminação é quase toda composta por luminárias que se adaptam a claridade externa das janelas, para que a luz que entra por elas seja abundante no ambiente. Há banheiros tanto a bombordo quanto a estibordo. Sob o conjunto das janelas centrais foi colocado uma plataforma elevada para que o passageiro tivesse uma visão do nível do casco externo, sendo possível até ver a gravação do nome da nave nele.








Deck 02


Apesar de o Deck 2 da nave conter o grupo de sensores do anel superior da ponte, seu design foge totalmente de um conceito apertado e claustrofóbico. Assim que se entra no Deck, através da rampa central de acesso, um grande corredor com poltronas e árvores altas, entre as janelas retangulares no teto, estão a disposição para mostrar que esta nave pode ser aconchegante e familiar. Logo a frente está seu primeiro bar, com janelas curvas que saem do chão até o teto dando uma visão magnifica do espaço lá fora e a sensação de flutuar pelo espaço. Os Centros de Pesquisa Geológica também estão aqui, dividida em duas áreas, a bombordo e estibordo. Há dez Módulos de Fuga disponíveis, todos eles com acesso rápido e com rotas de fuga visíveis, duas salas de Primeiros Socorros em nos corredores de fuga. E as Áreas de Recebimento de Carga. À ré está o Bar Panorâmico, com vista para a o Hangar Principal.




Deck 01 B - Ponte





    A Parte inferior do Deck 1 é composta por várias seções muito importante para toda a nave. É aqui que conexões são feita e configuradas. Tanto os conduítes do computados quanto todos os outras conexões fluídicas. Este nível da nave está a cerca de um metro e meio mais alto que o Deck 2 tendo sua junção feita através de uma rampa central dianteira e duas escadarias à ré, uma a estibordo e outra a bombordo. Em todas elas há portas duplas para a acoplagem e desacoplagem de substituição. Em cada uma das seis seções dianteiras há um passadiço individual. Totalmente à ré esta a plataforma de amarração à nave.

3.5 GESTÃO DE OPERAÇÕES (OPS)


Muitas operações de bordo envolvem recursos de programação ou hardware (como energia ou o uso de sensores) que afetam um número de departamentos. Em muitos casos, é comum que várias operações apresentem exigências contraditórias. É de responsabilidade do Oficial de Gestão de Operações (Operations Management Office) (normalmente referido como o Gerente de Operações ou Ops) para coordenar essas atividades a fim de que os objetivos da missão não sejam prejudicados. Ter um membro da tripulação neste ciclo de tomada de decisão é de fundamental importância por causa da grande variedade de situações previsíveis com que uma nave tem de lidar.


O painel Ops apresenta o Gerente de Operações com uma lista continuamente atualizada das atuais atividades principais de bordo. Esta lista permite Ops definir quais são as prioridades e alocar recursos entre as operações atuais. Isto é especialmente crítico nos casos em que dois ou mais pedidos requerem o uso do mesmo equipamento, implicando perfis de missão mutuamente exclusivos, ou envolvem alguma segurança incomum ou considerações táticas. Um exemplo pode ser uma situação onde o Departamento de Física Estelar (Stellar Physics Department) está conduzindo um experimento usando a matriz de sensores laterais para estudar uma estrela binária próxima. Simultaneamente, parte da mesma matriz está sendo compartilhada com um levantamento da população de cometas de longo alcance. Um pedido da ponte para um escaneamento com prioridade de um sistema planetário possa prejudicar ambos os estudos, a menos que o Ops autorize uma pequena mudança de atitude da nave, permitindo que as observações físicas estelares usem a matriz de sensores superior.
Alternativamente, Ops pode pesar a opção de colocar um dos estudos em curso sobre uma prioridade mais baixa para fornecer a ponte o uso imediato da matriz lateral.
Episódio: Ensign Ro

Episódio: Schisms

Episódio: Masks

Episódio: Gambit - Parte 01

PRIORIDADE E DISPONIBILIDADE DE RECURSOS

A programação mais rotina e disponibilidade de recursos é feita automaticamente pelo programa Ops. Isso libera o Gerente de Operações da atividade de rotina, deixando-o capaz de se concentrar em decisões que ultrapassam o âmbito do software de inteligência artificial. O nível destes programas de filtros de decisões pode ser definido pelo Gerente de Operações, e também varia de acordo com o estado atual de alerta da nave. Nos casos em que as prioridades são ambíguos ou onde a aprovação Ops específica é necessária, o painel irá mostrar um menu com as opções mais prováveis para a ação.
Em praticamente todos os casos, o Gestor de Operações também tem a capacidade de escolhas de entrada para além dos apresentados pelos menus de ação. Isto é importante, porque é impossível para os planejadores de missão prever todas as situações possíveis. Os menus de ação podem ser apresentados por qualquer atividade atual (mesmo aquelas que normalmente seriam tratadas automaticamente) a pedido do teclado de Ops.
Em situações de crise e operações de Modo Reduzido de Energia (Reduced Power Mode), Ops é responsável pela supervisão da disponibilidade de energia em coordenação com o departamento de Engenharia. Uma redução de carga do uso de energia não essencial em tais situações é baseada em fatores de naves espaciais de sobrevivência e prioridades da missão.
O Gerente de Operações é também responsável por fornecer informações sobre o estado geral do computador principal, que é disponibilizado a todos os departamentos e pessoal. Ops encaminha informações específicas aos departamentos específicos para informá-los das mudanças previstas e os requisitos que podem afetar suas operações.
Um exemplo é onde uma Equipe de Reconhecimento (Away Team) será enviada em uma missão a uma superfície planetária.

As responsabilidades típicas Ops podem incluir:

 A notificação à Equipe de Reconhecimento (Away Team) atribuindo e fornecendo a eles informações objetivas da missão.

Coordenação com a Missão Ops para a atribuição de frequências de transmissão de comando e preparações para monitorar a telemetria do tricoder da equipe.

Notificação de emissão de tricorders, phasers, engrenagem do meio ambiente, e equipamentos de missão específica diferente.

 Designação de sala de transporte pessoal (personnel transporter room) para lidar com operações de transporte, bem como a atribuição de um transportador chefe da missão. Se estiver disponível, Ops irá também fornecer coordenadas de transporte para o chefe de transporte (transporter chief).

Notificação a Engenharia a se preparar para atribuição de potência para as operações do transportador, bem como o desligamento do escudo deflector, se necessário.

Tais notificações são geralmente realizadas automaticamente, sem a necessidade de uma intervenção ativa pelo Ops. No entanto, as funções pré-programadas não podem ser esperadas para antecipar todas as situações possíveis, Ops é responsável por monitorar todas as atividades de coordenação e tomar medidas adicionais, se necessário. Essa flexibilidade é especialmente importante durante os cenários de alerta e de crise, durante o qual as condições imprevisíveis e não planejada devem frequentemente ser tratadas.


3.2 OPERAÇÃO DA PONTE


        A autoridade operacional da nave fica a cargo do comandante (geralmente o Capitão ou oficial de serviço).
     O comandante é responsável pela execução de ordens da Frota Estelar (Starfleet) e política, bem como a interpretação e cumprimento da lei e diretrizes diplomáticas da Federação (Federation). Como tal, o oficial comandante depende diretamente do Comando da Frota Estelar para o desempenho da nave.
   A Ponte Principal (Main Bridge) é diretamente responsável pela supervisão de todas as funções principal da missão. Através do Oficial de Operações (Operations Manager), a Ponte também monitora todas as funções de missão secundária para fornecer uma interação perfeita. O perfil de multimissão operacionais da USS Enterprise requer uma ampla coordenação entre os diferentes departamentos.

    A Ponte Principal (Main Bridge) também serve como um centro de comando em situações de alerta e crise. Durante o Modo de Vôo Separado (Separated Flight Mode), operações de combate são gerenciados a partir da ponte de batalha, enquanto o controle da Seção Pires (Saucer Section) permanece com a Ponte Principal. Em tais situações, o capitão da Nave e seus oficiais superiores geralmente comandar a Seção de Batalha (Battle Section), enquanto um oficial subalterno designado vai assumir a responsabilidade pela Seção Pires.

OPERAÇÕES DA PONTE DURANTE
CONDIÇÕES DE ALERTA

MODO CRUZEIRO
(Cruise Mode)
    Este é o estado de operação normal da nave espacial. As regras de operação exige uma equipe mínima na ponte como o Comandante (normalmente o capitão), Oficial de Operações (Operations Manager), Oficial de Controle de Vôo (Flight Control Officer), e pelo menos outro funcionário disponível para servir na Estação de Controle Tático (Tactical Control Station) ou outras estações, conforme necessário, pois as outras estações podem ser atendidas como requisitos específicos de missão.

ALERTA AMARELO
(Yellow Alert)
    Durante a condição de Alerta Amarelo, todas as estações ativas da ponte são automaticamente levado para o Modo de Ativação Integral (Full Enable Mode). Autos diagnósticos (Nível 4) são iniciados para todos os sistemas primários e tático. O Ops é responsável por avaliar todas as operações e atividades atuais de bordo e suspender qualquer que possa interferir com a prontidão da nave para responder a potenciais situações de crise.



ALERTA VERMELHO
(Red Alert)
    Durante a condição de Alerta Vermelho, todas as estações da Ponte são automaticamente levado para o Modo de Ativação Integral (Full Enable Mode). Os Sistemas táticos são colocados em alerta máximo e, se desocupado, o chefe de segurança ocupa a Estação de Controle Tático (Tactical Control Station).

Veja mais em 15-Operações de Voo.

3.1 PONTE PRINCIPAL



O Controle operacional primário da nave Galaxy Class é fornecida pela Ponte Principal (Main Bridge), localizado na parte superior do Módulo Pires (Saucer Module) no Deck 1.





A Ponte Principal supervisiona diretamente todas as operações navais e coordena todas as atividades e ambiente. 
A área central da Ponte Principal fornece telas de assento e as informações para o comandante e outros dois oficiais. 

Diretamente em frente da área de comando estão o Gerente de Operações (Operations Manager) e o Oficial de Controle de Vôo (Flight Control Officer), ambos em frente à tela principal. 




Logo atrás da área de comando está localizada a plataforma elevada na qual se encontra a Estação de Controle Tático (Tactical Control Station)

Também localizado na plataforma estão cinco estações de trabalho, nominalmente configurados como :





01 - Ciência I (Science I)02 - Ciência II  (Science II)03 - Operações de Missão (Ops) (Mission Operations - Ops)04 - Meio Ambiente (Environment), 05Engenharia (Engineering).


Em frente da ponte está localizada uma grande tela visual medindo 4,8 x2,5 metros.



Geralmente utilizado para exibir a saída de um dos scanners ópticos para a frente, mas pode facilmente ser redefinido para qualquer uso visuais, informativos ou outras comunicações. Quando está em modo de comunicação, a utilização da Tela por um sub-processador, permite a conversão quase instantânea de quase qualquer formato de comunicação visual. A matriz de exibição principal da tela inclui elementos holográficos de exibição e é, portanto, capaz de exibir informação tridimensional.
Atrás das estações de trabalho de popa há um equipamento de 3,2 metros, normalmente vedado ao pessoal da tripulação. Este equipamento aloja três dos sete sub-processadores óticos da ponte, e seis dos 12 sub-processadores compartilhados. Também encontramos equipamentos de capacidades variadas, ambiental e conectores de dados óticos. O restante dos sub-processadores estão localizados em compartimentos menores equipamentos integrais para as estações, nos lados bombordo e estibordo da zona de comando e na estrutura do pavimento entre Conn, Ops e a Tela Principal.

Outras instalações (acessos) localizadas no Deck 1 incluem:

A Sala do Capitão
(captain's ready room)


A Sala de Observação
(observation lounge)



E a sala do chefe da tripulação.


 Tanto a Ponte e a sala do Capitão são equipadas com terminais de replicação de alimentos.

A principal conexão com a Ponte (Bridge) incluem:

                                                  Dois Turbo-elevadores a esquerda 
                                                                      (Turbolift)


Um turbo-elevador de emergência
(emergency turboshaft)


E quatro conduítes de distribuição de energia de Electro-plasma. 



Conectores adicionais incluem quatro grupos de suporte de ambiente, nove primários e dois backups óticos de rede, dois conduítes de replicadores e três passagens de serviço.

Devido à criticidade dos sistemas de pontes, especialmente em situações de emergência, a ponte principal é designada como um abrigo de apoio de emergência ambiental, recebendo suporte de vida prioritário a partir de duas vias especiais. Estas alimentações dá condições Class M a ser mantido durante até 72 horas, mesmo em caso de falha do sistema primário e da reserva de sistemas ambientais. Também é fornecido dentro da ponte duas emergência atmosférica e módulos de alimentação, cada um capaz de fornecer até 24 horas de atmosfera e iluminação em caso de falha total de sistemas ambientais.

O módulo de Ponte Principal (Main Bridge) está ligado à estrutura da nave com uma série de 230 barras de fixação de Duranium medindo 7,2 cm. Estes prendedores podem ser totalmente desengatados, permitindo a completa desconexão e substituição do módulo. O alívio de torção e de amortecimento de vibração é fornecido por uma série de 17 mm micro-espuma AGP semi-flexíveis de cerâmica que formam a interface mecânica entre as estruturas.

A concha da Ponte é construído a partir de um filamento entrelaçado de micro-espuma de Duranium, gama-soldada a um quadro de estrutural de treliça de tritanium. O ambiente interior é fabricado a partir do ambiente de baixa densidade expandido seguimentos de polímeros-cerâmicos, proporcionando tanto a integridade atmosférica e isolamento térmico.

Durante os testes iniciais do de integridade espacial do protótipo da nave USS Galaxy, a ponte padrão do módulo ponte da USS Galaxy ainda não estava totalmente operacional. Em vez disso, um módulo personalizado construído foi usado em equipado com suporte de vida independente e capacidade de propulsão sub-luz. Este aparelho foi utilizado como uma cabina de autocontenção, inicialmente poderia ter sido ejetado, levando a tripulação a segurança na eventualidade de uma falha catastrófica do sistema da nave ou propulsão. Prevê-se que a configuração da Ponte da nave Classe Galaxy irá permanecer relativamente inalterada durante uma série de anos. Atualmente exige planejamento para revisões de projeto anual do sistema de pontes e de controle, com as substituições de sistema principais projetadas em 20 anos de intervalos.